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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Bar do Tony



Mais um entre os tradicionais bares de Viçosa, o Bar do Tony começou a funcionar há 23 anos. Com uma mescla de simpatia e bom gosto, o buteco oferece ótimas refeições e é opção cultural na quase-falida noite viçosense. Localiza-se no final do balaústre, na rua Benjamin Araújo, quase em frente à rua Silva Pontes-Bernardes Filho, do Leão(veja o mapa).

O bar abre todos os dias, inclusive nos finais de semana e feriados. Abre às 8h e “fecha a hora que dá”, de acordo com o proprietário Antônio de Souza, o Tony. No entanto, o “que dá”, hoje, é até às 2h, restringido pelo mirabolante toque de recolher imposto pela atual Lei que impede o livro-arbítrio do cidadão de Viçosa após esse horário. O local costumava funcionar até o tardar da madrugada enquanto ainda haviam pessoas tomando uma cerveja e degustando um tira-gosto sem incomodar qualquer morador.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Bar do Beto

O caldo de mocotó pode ser experimentado por apenas R$3
Há 14 anos no mesmo ponto, o Bar do Beto já ofereceu de verduras a frango assado. Localizado num ponto mais afastado do Centro e cercado por residências, o estabelecimento de José Roberto dos Santos não conseguiu se firmar noutro ramo comercial senão o legítimo buteco com uma cerveja bem gelada. O barzinho se encontra na Rua Capitão José Maria, ao lado do Atlético Clube.

"Já botei pão, leite e derivados aqui, mas não funcionou. Eu tinha que abrir cedo e com o bar eu acabava fechando tarde, então era muito cansativo", explicou.

Devido a algumas adaptações impostas pela prefeitura, no momento o bar oferece apenas o caldo de mocotó como opção palatativa, que sai por R$3. Fora isso, apenas os alimentos industrializados de praxe, como amendoim, chips, biscoitos e esses semelhantes.

O bar abre às 9 horas e fecha às 22h todos os dias, incluindo sábado. Domingo é o mesmo esquema, porém há uma pausa para o almoço e a sesta sagrada do fim de semana, reabrindo às 18h.

O local atende, majoritariamente, à vizinhança, embora hajam fregueses de outros pontos da cidade. Próximo ao Atlético Clube de Viçosa, recebe comumente a visita dos peladeiros que passam pela sua porta após o futebol. E por falar no Clube, Roberto relembra alguns bons momentos de movimentação em seu buteco, quando haviam grandes eventos no local. "Quando eu parei aqui, o forte eram os eventos que tinham no campo do Atlético, com shows como o do Zé Ramalho e as cervejadas que aconteciam", relembra.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Bar do Trevo

Da varanda, pode-se tomar uma gelada observando o movimento
O tradicional Bar do Trevo é muito conhecido por quem mora em Viçosa. Sejam estudantes ou nativos. A sua localização privilegiada e seus mais de 40 anos de existência fazem com que as pessoas sempre reparem naquela varanda na esquina entre as avenidas PH Rolfs e Marechal Castelo Branco, uma das principais vias de acesso à cidade, ponto de bastante movimento de carros e pedestres.

O barzinho possui vida ativa num período que vai um pouco na contra-mão dos horários universitários, abrindo diariamente às 9:00h e fechando as portas por volta de 20:00h. No sábado, vai até às 15, 16:00h. Domingo não abre. É um dos motivos que faz o dono, Ricardo Miranda, acreditar que o público, em sua maioria, é caracterizado por viçosenses de certidão. No entanto, diz também receber estudantes com frequência. O açougue ao lado também é propriedade sua.

Muita gente já deve ter reparado nos salgadinhos sempre em promoção na estufa que fica na varanda. Há também outras opções de rango por lá, como os caldos, que cada dia são de um tipo: canjiquinha, vaca atolada, feijoada ou rabada com batata. Os tipos variam aleatoriamente nos dias, "Porque tem cliente que vem aqui toda segunda-feira. Aí toda vez que ele vem aqui tem canjiquinha". Realmente, Seu Ricardo.

Apesar dos variados caldos se saírem bem nas vendas, o Ó DO BOROGODÓ do negócio é o bolinho de carne, "toda hora sai", jogando R$1,20 por vez no caixa.. O mais pedido, junto com uma "pinguinha e um torresminho". Caracteriza-se, portanto, como um típico buteco mineiro que explora bem o que há de bom, simples e acessível.

Itaipava, Schin, Kaiser, Skol, Antarctica, Devassa e a mais vendida no bar, Brahma, preenchem a lista de opção dos refrescadores de garganta que por lá passam.


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